"Príncipes do Brasil"

Família acolhedora!

Bom, pessoal, consegui mais uma!

 

Entrevistei Dom Antônio de Orleans e Bragança, e também um restaurador – jovem monarquista – Guilherme Malluta.

Tive o prazer de participar do coquetel realizado pelos jovens do movimento, os quais acabaram por me convencer a fazer parte do grupo. Hoje, sou a mais nova integrante. Devo admitir que deixei totalmente a imparcialidade de lado, quando aderi a isso (risos), mas fui muito profissional ao fazer as perguntas ao príncipe e ao jovem. Até recebi um elogio de Dom Antônio – ele disse que minhas perguntas foram muito boas – quer elogio melhor do que este a uma jornalista???

E, olha, fiquei admirada não foi pelo elogio só não. Gostei de tudo e de todos. Adorei a cordialidade e a recepção. Cheguei ao Rio de Janeiro e fui direto a Ipanema, apenas com um lanche super rápido na rodoviária.

Bom, vamos ao que interessa! 

Não foi somente eu quem se saiu bem com as perguntas não. Dom Antônio deu belas respostas. Perguntei sobre política, interesses e até reforma agrária. Percebi que a monarquia vai além de um movimento apartidário – é uma família que acolhe seu povo. “Não é o povo que é nosso. Nós é que somos do povo”, disse Dom Antônio. Essa frase me chamou muito a atenção durante toda a reunião. Nada desvirtua as crenças e os príncipios dessa família brasileira.

Todos os monarquistas que lá estavam, se portavam de uma maneira ímpar. A postura que possuem são de pessoas respeitosas e que acreditam piamente nos príncipios reais. Acreditam que a monarquia é o melhor sistema que possa combater a corrupção e as injustiças sociais, já que a monarquia assina embaixo de tudo o que caracteriza os direitos humanos, os direitos à vida.

É um sistema totalmente contra o aborto e a eutanásia. Como exemplo disso, foi citado um caso recente do Grão Duque Henri de Luxemburgo: Enquanto todos votavam a favor da eutanásia, ele se recusou. Sendo ameaçado de perder o trono, não hesitou; prova de que os príncipios estão acima de qualquer coisa, até mesmo do título de imperiador ou qualquer outro de realeza, que expresse poder. E olha que isso não vemos muito hoje em dia na república, não é verdade?

Enfim, para eu não me desvincular muito da imparcialidade, vou deixar um pouco minhas percepções de lado e focar no assunto principal.

Vejam vocês algumas imagens do momento que passei com todos eles neste final de semana e veja mais detalhes em meu livro, que logo terei o prazer de escrever (escrever ainda porque não comecei, estou me dedicando às entrevistas e leituras – tenho muito trabalho pela frente ainda – quem sabe eu não lanço no final deste ano…vamos ver!).

michelly-e-principesEu e os príncipes, Dom Rafael e Dom Antônio

 

dom-rafael-dom-antonio-e-ohannesDom Rafael, Dom Antônio e Ohannes (monarquista que me recebeu muito bem, por sinal, em sua casa. Uma simpatia em pessoa)

 

padre1Padre André, um dos condecorados da cerimônia e o qual também abençoou o momento, junto ao jovem monarquista Guilherme Malluta (diretor geral dos restauradores do Rio de Janeiro), o qual entrevistei.

 

juventudeTodos reunidos! – eu também (tirei a foto…risos…)

 

P.S.: Não posso me esquecer de todos que conheci naquela ocasião. Todos os jovens são realmente detentores de conhecimentos gerais e, principalmente, de história da mesma forma que nossos avós eram (sem desmerecer a idade, mas é para dizer que eles realmente sabem muito. Fiquei até assustada!). Mas, sei que tudo isso é devido a muita leitura e força de vontade, porque não são todos brasileiros e jovens que lêem e muito menos que passam seus finais de semana discutindo assuntos de teor monárquico e de elevado grau cultural. Conheci o professor de História Otto de Alencar Sá Pereira, o qual me ofereceu seu livro “Diálogos Monárquicos” que acaba de lançar e que me sinto agradecida e ansiosa por ler assim que chegar em minhas mãos.

Ah! Não posso me esquecer da minha tia que, por conhecer bem o Rio por ter morado há anos no local, me acompanhou durante todo o percurso e me esperou com muita paciência.

Desde já, agradeço a todos e espero conseguir atingir o objetivo de terminar este meu trabalho com êxito.

Um abraço a todos!

 

michelly-ribeiro1 

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10 de fevereiro de 2009 - Posted by | Uncategorized | , , , , , ,

4 Comentários »

  1. Michelly, foi um prazer tê-la conosco nesse dia. Fico também muito feliz pelo interesse que demonstrou nos Restauradores.

    Desejo o mais próspero resultado para o seu TCC e espero que trabalhemos juntos cada vez mais nesse ideal que nos une para Restaurar o Brasil.

    Um grande abraço, boa sorte e Viva o Império do Brasil! Viva Dom Luiz!

    Comentário por Guilherme Malluta | 10 de fevereiro de 2009

  2. Pelo meu entendimento, o que o movimento monarquista no Brasil propõe, é a instituição da Monarquia constitucional parlamentarista (excelente debate), na qual o povo através do voto direto escolhe os representantes no parlamento, e estes indicam o nome para Chefia de Governo ( seria um primeiro ministro), cabendo ao monarca o papel de Chefe de Estado.

    Sendo apolitico, o Chefe de Estado no parlamentarismo monárquico pode melhor exercer a função do que o Presidente da Republica no mesmo sistema parlamentar.

    Na República Presidencialista, o conflito entre parlamento e executivo é quase inevitável.

    Entendo que o parlamentarismo, também voto distrital, fidelidade partidaria, burocracia profissionalizada, são outros elementos que pertencem à proposta do movimento monarquista, sabendo adequar a monarquia constitucional aos aspectos concernentes à modernidade como ocorre em tantos outros países.

    Por fim é interessante saber que tenho uma filha monarquista, sucesso na continuidade desse trabalho, que para mim, tem sido motivo de orgulho.

    Seu pai, Wantuyr.

    Comentário por Wantuyr | 10 de fevereiro de 2009

  3. […] Família acolhedora! fevereiro, 2009 2 comentários 5 […]

    Pingback por Os números de 2010 « "Príncipes do Brasil" | 2 de janeiro de 2011

  4. Impressiona, olhar para aquelas cúpulas e vê las nuas, por terminar, com o impacto da sua dimensão descomunal a atingir nos.

    Comentário por Alejandro Flannagan z | 1 de janeiro de 2012


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