"Príncipes do Brasil"

Monarquia no Estadão!

Confira, na íntegra o que saiu no Estadão de hoje (24/09/2009) sobre a ‘monarquia brasileira’:

Monarquistas, uni-vos! 

(por diretodafonte) – pela jornalista Sonia Racy

Em pleno debate pré-sal e compra de caças, soou no Rio um grito retumbante da monarquia brasileira. Coube ao príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, herdeiro de um regime que sumiu há 120 anos, brindar o País com um ideário atualizado da casa imperial – oito parágrafos nos quais adverte o País contra “múltiplos fatores” que ameaçam “corroer no seu âmago a nossa vida como nação independente”. Foi no 20º Encontro Monárquico, semana passada. Encimado pela coroa imperial, o manifesto Brasil, 2009: Para Onde Vamos? denuncia “vozes políticas… que apelam a uma refundação do País”. Menciona “estranhas doutrinas sociológicas, antropológicas, ambientalistas e até religiosas” capazes de “desagregar nossa organização político-social”. Uma das preocupações dos monarquistas: o “extremado apartheid cultural”, que confina os índios “a uma estagnação deteriorante”. Outra, a “revolução quilombola”, que desrespeita a propriedade. E ainda a política de “classificação de raças, que tenta subverter a identidade nacional”. Na diplomacia, avisa dom Luiz, a adesão ao “eixo bolivariano” tem trazido “duríssimos golpes” ao Brasil. A saída? “Trabalhar ativamente, dentro dos limites da legalidade, para evitar tais descaminhos.” 

Sem perder a nobreza jamais, é claro.

(http://blog.estadao.com.br/blog/diretodafonte/)________________________________

Quem quiser ler o pronunciamento do chefe da Casa Imperial do Brasil na íntegra, o qual foi mencionado no texto acima, segue:

Brasil, 2009: para onde vamos?

Pronunciamento do Chefe da Casa Imperial 

O transcurso recente do 7 de setembro e das comemorações da Semana da Pátria conduzem minhas reflexões para um dos mais importantes marcos de nossa História. Ao fazê-lo tenho em mente todos os brasileiros que, independentemente de seu credo político e de sua simpatia ou não pelo regime monárquico, de coração sincero buscam o bem do Brasil e se preocupam com seu destino.

O grande talento de Pedro Américo soube registrar para a posteridade o momento em que, às margens do Ipiranga, Dom Pedro I consumou nossa Independência.

O conjunto da cena pintada pelo eminente artista, o movimento que anima os diversos personagens, o colorido de toda a tela, transmitem-nos a relevância do momento e as promessas que pairavam sobre a nação que ali se firmava.

Esse momento histórico não esteve envolto nos estertores revolucionários que caracterizaram outros processos independentistas, nem pode ser visto como um momento de ruptura com nosso passado.

A Independência do Brasil, ainda que marcada mais proximamente por certas influências políticas controversas, foi, a bem dizer, o culminar de um longo processo de emancipação, conduzido com sabedoria por nossos monarcas, sem um planejamento dirigista, mas ao sabor das circunstâncias históricas.

Processo esse que, acelerado pelas guerras e revoluções que abalaram o Continente europeu, teve na transferência de D. João, Príncipe Regente e da Corte portuguesa para nossa terra, um momento decisivo para a definição da nacionalidade.

O Brasil independente que surgiu a 7 de setembro de 1822 era, pois, a continuação desse germinar social, cultural, político e econômico, iniciado mais de três séculos antes, fruto da operosidade e da fé da nação lusa.

A permanência da própria Dinastia, sua não derrocada ou substituição violenta, foram disso prova e, ao mesmo tempo, fator de estabilidade.

Um dos legados mais preciosos desse processo histórico foi, por certo, nossa integridade territorial e nossa unidade social, em um tão vasto e tão diversificado território.

O Brasil tornou-se um Império, mas jamais almejou a dominação das nações vizinhas. Pelo contrário, procurou sempre manter com elas relações fraternas e até em suas disputas diplomáticas soube agir com dignidade, com altivez, com senso de justiça e com habilidade, jamais com agressividade ou prepotência.

Se em determinada altura se envolveu em um conflito bélico, de consideráveis proporções, não foi a ele movido pelo desejo da conquista ou da dominação, mas para repelir a agressão injusta.

Aliás, o Brasil – onde um frutífero e vasto processo de miscigenação, entre portugueses, indígenas e negros, havia plasmado um povo com características únicas – soube aqui acolher gentes provenientes das mais variadas regiões do mundo. Europeus de todas as latitudes e origens étnicas, até orientais das mais remotas paragens, muitas vezes fustigados por circunstâncias políticas ou sociais dolorosas, aqui se radicaram e prosperaram, acolhidos com benevolência, sob a solicitude de nossos Imperadores, usufruindo dessa atmosfera de cordialidade, sem rancores nem tensões, que constitui um dos encantos da convivência brasileira.

Ao celebrarmos a semana da Pátria é, pois, com júbilo que considero tal passado, a tantos títulos inspirador. Mas é também com inegável apreensão que me volto para um presente convulsionado e para um futuro cada vez mais incerto.

*  *  *

Não é minha intenção debruçar-me aqui sobre os inúmeros desmandos do regime republicano, que estão à vista de todos, e que não fazem senão ressaltar a inorganicidade de um regime político que, pela violência abrupta, veio truncar essa continuidade benéfica. Desmandos esses que levam a opinião pública a não ver na classe política a expressão autêntica do que o Brasil pensa e quer.

Minha atenção é atraída para um processo mais subtil e, entretanto, mais nocivo, que atinge nossa vida pública.

Em um ambiente de aparente normalidade, sem que o Brasil seja alvo de uma agressão militar externa, múltiplos fatores vão contribuindo para corroer no seu âmago esta continuidade histórica, tão intrínseca a nossa vida como Nação independente.

Vozes políticas apelam a uma “refundação” do País, prometendo fazer aos brasileiros – sobretudo aos menos favorecidos – uma justiça que lhes teria sido sistematicamente negada. Para tal fim, jogam na vala comum da História todo o nosso passado, considerado, numa distorção falaciosa, fonte de todos os males que o País atravessa.

Apelando a estranhas doutrinas sociológicas, antropológicas, ambientalistas e até religiosas, paladinos de ideologias merecidamente sepultadas pela história recente maquiam-nas com novos contornos revolucionários e tentam introduzir na vida do País fatores próprios a desagregar nossa organização político-social.

*  *  *

Partidários de um verdadeiro e extremado apartheid cultural, desejam confinar nossos irmãos indígenas a uma estagnação deteriorante, negando-lhes as vantagens de um sadio progresso e, sobretudo, os benefícios indizíveis da Verdade revelada, e reclamam para eles imensas extensões de terras, que, a médio ou longo prazo, se tornarão enclaves independentes, de onde, desde já, brasileiros são violenta e arbitrariamente expulsos, como se deu recentemente em Roraima e se anuncia para breve em Mato Grosso do Sul.

Processo idêntico se dá com a chamada “revolução quilombola”, pela qual comunidades ou indivíduos que se auto-intitulam remanescentes de quilombos, habilmente manipulados por agitadores, reivindicam para si largas áreas do território nacional, em inteiro desrespeito ao legítimo e estabelecido direito de propriedade.

Aliás, em todo este processo, o legítimo proprietário, sobretudo o rural, que com seu esforço e dedicação tantos benefícios tem trazido ao País, inclusive na mais recente crise econômico-financeira mundial, é o grande vilão a ser perseguido e, se possível, eliminado.

Vai igualmente sendo introduzida no Brasil uma política de classificação de raças, que tenta negar e subverter a identidade nacional, claramente construída sobre a miscigenação, com todos os seus corolários psico-sociais de harmonia e bom entendimento.

Eivado de preconceitos ideológicos, esse multiculturalismo segregacionista tenta impor a política de “discriminação positiva” – com as chamadas cotas raciais – em nome da qual se pretende criar o clima de conflito próprio a dilacerar nossa unidade.

Nossa diplomacia, famosa por seus grandes vultos, pela excelência e discrição de sua atuação, percorre hoje, lamentavelmente, descaminhos perigosos, tão avessos a nossa índole como nação independente.

O Brasil, que naturalmente alcança uma projeção internacional condizente à sua importância, tem optado por alianças e posturas políticas no âmbito externo que podem acarretar graves conseqüências para todos nós.

Em sua política exterior o governo brasileiro tem multiplicado suas alianças e seu apoio a regimes ditatoriais, e utilizado fóruns internacionais para acobertar práticas tirânicas, o que lhe tem valido severas críticas, provenientes dos mais variados quadrantes.

Além disso, no âmbito da América Latina, é cada vez mais aberta e reconhecida a subserviência de nossa política externa a um projeto ideológico do chamado eixo bolivariano, em nome do qual o governo tem abdicado de direitos e aceitado duríssimos golpes aos interesses nacionais. Isso sem falar das estranhas alianças com regimes acobertadores ou até promotores do terrorismo internacional.

*  *  *

Este elenco não tem a pretensão de ser exaustivo, mas apenas um enunciado dos fatores que considero como graves ameaças a nossa autêntica independência, proclamada por Dom Pedro I, a 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga.

Creio ser dever de todos os brasileiros – e me dirijo, neste momento, com particular solicitude aos que trazem vivas em seus corações as esperanças monárquicas – ter noção clara de tais ameaças, estimular ativamente o debate a respeito das mesmas, evitando assim uma apatia ou um comodismo que poderiam ser fatais, e trabalhar ativamente, sempre dentro dos limites da legalidade, para evitar ao Brasil tais descaminhos.

*  *  *

Ao encerrar estas reflexões sobre nossa Independência e sobre os riscos que a envolvem, volto meu olhar saudoso e filial para a figura de meu Pai, o Príncipe Dom Pedro Henrique, cujo centenário de nascimento nestes dias comemoramos.

Modelo de príncipe católico, tinha ele a convicção de que uma singular predestinação cercou desde os primeiros instantes nosso querido Brasil, e que nosso progresso teve desde seu início sentido marcadamente missionário.

Era para o ideal dessa trajetória histórica que – sem saudosismos estéreis – convidava a se voltarem os que com ele mantinham contacto ou aqueles a quem dirigia seus escritos, para que nesse passado encontrassem orientação, conselho e roteiro.

Por tal motivo, tinha, pois, meu Pai a entranhada convicção de que à Família Imperial cabia representar um conjunto de tradições e valores morais cuja ação modeladora se exerce de maneira profunda e eficaz na sociedade. E não considerava a restauração monárquica como uma ambição pessoal, de onde pudesse auferir vantagens, mas encarava tal perspectiva como missão perene a cumprir, para a qual estava pronto – e para a qual preparou seus filhos – sempre em vista do bem do Brasil.

*  *  *

Dom Pedro I, proclamador de nossa independência, houve por bem consagrar nosso País a Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Nos passos de meu antepassado, é para Ela que me volto, rogando-Lhe que deite sobre o Brasil um olhar de benevolência misericordiosa, e com suas bênçãos assegure ao Brasil a plenitude de sua independência, bem como o cumprimento de sua providencial missão entre as nações.

 

          Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2009

        Dom Luiz de Orleans e Bragança

        Chefe da Casa Imperial do Brasil”

michelly-ribeiro

TWITTER: Michelly Ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

ICQ: michellyribeiro

 

Anúncios

24 de setembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Já tenho uma voluntária!

Agradeço a todos que se interessaram em fazer parte do meu trabalho, mas a Natássia Kuraiem, estudante do 3º ano de DI da FATEA, foi a primeira que demonstrou interesse no meu trabalho e desenvolveu uma arte, que na minha opinião, ficou ótima.

Agradeço de coração a ela e, desde já, coloco seu nome em evidência. E este é apenas o início de tudo. Em breve divulgarei a capa! ;D

Agora, tenho só que botar a mão na massa porque o tempo urge. Estou na esperança de que minha orientadora, Bianca de Freitas, termine a leitura de meu livro o mais rápido possível para que eu possa encaminhá-lo para uma gráfica. É só o que falta!

Abraços a todos!

michelly-ribeiro

TWITTER: Michelly Ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

ICQ: michellyribeiro

10 de setembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Precisa-se de voluntários

Estou procurando voluntários que estejam cursando o 3º ou 4º ano de DI (Desenho Industrial) e que se disponibilizem a criar uma arte de capa para o meu livro-reportagem. Estou precisando com urgência!

*** Aos alunos de DI da FATEA (Faculdades Integradas Teresa D’Ávila de Lorena/SP), informo que contará como atividade complementar. Já conversei com o coordenador do curso, Nelson Matias.

Quem se habilitar, terá seu nome divulgado e ganhará um livro para ter como portfólio, além de poder receber uma comissão após a publicação que poderá ocorrer ao longo do próximo ano (2010).

Os interessados podem entrar em contato pelos telefones:

(12) 9749-3912
(12) 9104-6202
(12) 8822-6263

Ou enviar um e-mail com portfólio para: michellya.ribeiro@gmail.com

Aguardo os contatos e boa sorte a todos!

michelly-ribeiro

TWITTER: Michelly Ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

ICQ: michellyribeiro

3 de setembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Livro terminado!!!

Gostaria de, primeiramente, agradecer às 4.376 visitas a este blog. E digo mais: é por causa da pesquisa que vocês fazem em sites de busca que eu defino o ponto de maior interesse por parte de todos vocês. Sou muito grata por isso tudo!

Na verdade, estou postando aqui hoje para dizer a vocês que meu livro está semi-pronto. Já terminei de escrevê-lo, porém faltam apenas alguns retoques. Ele vai passar, a princípio, por duas revisões: uma feita pela minha orientadora e mestre, Bianca de Freitas e outra pela historiadora e mestre em História Social, Marta Viviene.

A princípio, o livro terá 197 páginas. Mas, vamos ver quais transformações ocorrerão com as revisões e modificações a serem feitas.

Em breve deixarei mais notícias para vocês que acompanham meu trabalho. Graças a vocês, todos os dias meu blog é visitado por, pelo menos, 20 ou 30 pessoas diferentes. Muito obrigada, mais uma vez!

Obrigada também pelos comentários, pelos elogios e críticas. Todos são muito bem vindos. Continuem comentando e criticando, porque tudo isso só tem a me acrescentar.

Abraços e até breve!

michelly-ribeiro

   TWITTER: Michelly Ribeiro

Mais informações: (12) 8822-6263

 Skype: michelly.antunes.ribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

ICQ: michellyribeiro

14 de agosto de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Matéria da TV Cultura – Plebiscito de 1993

michelly-ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Twitter: michellyribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

24 de julho de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Um adeus a dom Pedro Luis

Gostaria de pedir desculpas por esses últimos dias que ando sem postar. É que, por eu estar praticamente na reta final, o trabalho é muito.

Por esse motivo, tenho aproveitado as férias de Julho para escrever meu livro que, até o presente momento, possui 94 páginas. Ainda tenho muito a escrever, por isso não posso perder tempo.

Não posso deixar, no entanto, de registrar um fato muito importante: na terça-feira passada (07/07) fiquei sabendo do sepultamento do príncipe dom Pedro Luís em Vassouras. Seu corpo foi identificado no domingo anterior e enterrado na segunda-feira seguinte. Dom Pedro Luis foi sepultado em sua cidade e está junto ao corpo de seu avô, dom Pedro Henrique. A Família não quis divulgar antes,  apenas depois do sepultamento.

Uma das características e qualidades, ao mesmo tempo, da Família Imperial é que ela é bem reservada no que diz respeito à sua vida particular…e eu admiro muito isso!

Bom, o fato é que estou enviando um e-mail, desde o dia primeiro deste mês, e não consigo retorno. Não sei se este e-mail chegou ao seu destino, ou se a Família ainda está dando um tempo. De qualquer forma, eu gostaria ao menos, por parte dos monarquistas, de saber se o e-mail foi devidamente encaminhado. Cheguei até a encaminhar o mesmo ao Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, mas também não obtive êxito.

Em todo caso, vou copiá-lo aqui. Quem sabe esse não seja o meio mais fácil?

Segue:

Já faz um mês do misterioso sumiço do voo 447 da Air France e eu estou aqui para demonstrar-lhes meu pesar e oferecer-lhes minhas palavras de conforto.
Durante todo esse tempo que estive pesquisando sobre a Família Imperial brasileira, sobre os príncipes e a monarquia, me envolvi muito e me senti, a cada dia, como parte desta família. Confesso que criei um carinho todo especial, sem poder (pois meu trabalho é jornalístico e não posso criar vínculos), mas ao mesmo tempo acredito que barreiras devem ser transpostas, afinal, a vida é curta e temos muito a aprender com ela e com as pessoas que nos rodeiam, sejam elas hierarquicamente superiores a nós ou não.
A questão é que eu jamais imaginei que fosse chegar tão longe com este trabalho, a ponto de me transformar em uma monarquista e enxergar os componentes da família como pessoas próximas a mim. Senti essa firmeza conversando com monarquistas que vivem na Casa Imperial, com os restauradores do Rio de Janeiro, com a Família Imperial que vive em São Paulo e também no Rio.
Vocês realmente são uma verdadeira família, que posso afirmar pelo contato que tive, são exemplos para o Brasil.
Fiquei muito triste com o desaparecimento de dom Pedro no trágico voo no dia 1º de junho. Posso dizer aos senhores que, acompanhei toda essa situação de perto e junto a vocês, pois a TV Canção Nova fez a cobertura do ocorrido e a cada dia que passava, mesmo sem eu ter conhecido dom Pedro ou conversado com ele, parecia que uma angústia dentro de mim aumentava e foi aí que percebi que, para quem acredita na monarquia, a Família Imperial é a verdadeira família do povo brasileiro.
Tive esperanças de que as forças armadas pudessem encontrá-lo vivo ainda nos primeiros dias, mas conforme o tempo foi passando já podíamos prever que ele pudesse estar junto aos 227 outros passageiros do voo bem perto de Deus e longe das dores desse mundo.
Tenho a certeza, hoje, de que ele está cuidando ainda da restauração da monarquia de lá de cima, junto à sua família e inspirando seu irmão dom Rafael para que cuide de tudo com dedicação e sem desanimar jamais.
Quando conheci dom Rafael senti que ele tem um enorme respeito pela causa e pude sentir que dentro dele existe um grande homem disposto a cuidar de tudo o que é de sua família e do que é o melhor para o Brasil. Mesmo sem conversar com ele por bastante tempo, pude sentir sua responsabilidade gritar em seu semblante.
Força dom Rafael! Força Dom Antonio! Muita força dona Christine! A monarquia agora depende dos senhores para continuar e tenham a certeza de que dom Pedro está com vocês, guiando e iluminando seus passos e torcendo pelo ideal monárquico!
Gostaria muito de poder, assim que possível, colher um depoimento de Dom Antonio e Dom Rafael sobre dom Pedro Luiz para o meu livro-reportagem que ficará pronto no final deste ano, se Deus quiser!
Aguardo o retorno dos senhores!
Paz e bem!

______________________

Ainda não obtive este retorno, no entanto, por ora, me contento em receber pelo menos um OK de recebimento desta mensagem.

Aos meus colegas de profissão, deixo claro que, embora eu tenha me envolvido com a Monarquia, estou sendo o mais imparcial possível na execução de meu livro. E outra coisa: Existem muitas coisas também das quais discordo, então, fica mais fácil ser imparcial deste modo.

Abraços a todos!

dom pedro luis - filho dom antonio

Dom Pedro Luis (1983-2009): Fazia estágio em Luxemburgo na área de Economia. Era o 4º na linha de sucessão.

michelly-ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Twitter: michellyribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

16 de julho de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 4 Comentários

Torcendo pelos passageiros do voo Air France 447 – dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança

No momento, estamos torcendo para que sejam encontrados os passageiros do voo Air France 447, que saiu do Rio de Janeiro ontem à noite e chegaria hoje às 6h15 (horário de Brasília).
Infelizmente, nada temos de concreto. No entanto, a Casa Imperial do Brasil informou que dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança estava no voo.

Esperamos, em Deus, que tudo esteja bem, não somente para ele, como para todos os outros.

Michelly Ribeiro

Leia mais:

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/06/01/familia-orleans-braganca-confirma-que-principe-brasileiro-estava-no-voo-da-air-france-756129731.asp

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1179076-5602,00.html

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1178988-5602,00-PILOTO+DE+ROTA+COMERCIAL+VIU+PONTOS+LARANJAS+NO+OCEANO+DIZ+AERONAUTICA.html

http://www.airfrance.com.br

http://www.anac.gov.br/

http://www.eear.aer.mil.br/

https://www.mar.mil.br/

 

dompedroluiss

Dom Pedro Luiz

 

jovens_principes-irmãos

Irmãos: princesas dona Maria Gabriela Fernanda e dona Amélia; e os príncipes dom Pedro Luiz e dom Rafael.

 

michelly-ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Twitter: michellyribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

 

1 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 3 Comentários

Pré-projeto entregue…

…agora é só esperar o retorno e aceitação dos professores.

 

Abraços a todos!

 

michelly-ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Twitter: michellyribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

29 de maio de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , | Deixe um comentário

Nova fase…

Agora estou fazendo algo que considero a parte mais chata do meu trabalho: o pré-projeto!

Confesso que estou penando um pouco para fazer e o prazo para a entrega é dia 29/05/2009.

 

Bom…vamos lá então né!

 

Abraços a todos…

 

michelly-ribeiro

Skype: michelly.antunes.ribeiro

Twitter: michellyribeiro

Orkut: Michelly Ribeiro

 

20 de maio de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , | Deixe um comentário

Entre em contato!

Estou postando porque gostaria de receber comentários, críticas e sugestões referentes ao meu trabalho.
Por isso, seguem meus contatos:

Telefones para contato: 

 ***

(12) 9749-3912
(12) 9104-6202

MSN: michellya.ribeiro@hotmail.com
E-mail: michelly.antunes.ribeiro@gmail.com
Twitter: michellyribeiro
Skype: michelly.antunes.ribeiro
Orkut: Michely Ribeiro

 

Obrigada,

Michelly Ribeiro

                                                        

14 de maio de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário