"Príncipes do Brasil"

Venda do meu livro online – Adquira já o seu!

No último domingo, 06/12, pude participar do I Encontro Monárquico do Vale do Paraíba, que ocorreu na cidade de Taubaté/SP. O evento contou com a presença ilustre do príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de alguns monarquistas e simpatizantes.

Houve algumas palestras sobre história: Dom João VI, e Ocílio Ferraz, morador do Vale do Paraíba e dono de um restaurante situado na Dutra, falou sobre as comidas típicas regionais bem como sua relação com o império.

Fui convidada a compor a mesa junto à vereadora de Taubaté, Pollyana, que lançou um livro infantil. Falei um pouco sobre meu livro “Príncipes do Brasil” e vendi alguns exemplares na ocasião.

Por eu não ter podido ficar até o fim do evento e acompanhar a palestra que se seguiu sobre Geopolítica, que tenho a certeza de que também foi brilhante, resolvi vender meus livros online, da seguinte forma:

Os interessados podem depositar o valor de R$ 30,00 em minha conta:

BRADESCO
agência 0415-4 conta 0087937-1 

e em seguida, deverá me enviar um e-mail para michelly.antunes.ribeiro@gmail.com informando a data do depósito, hora, valor, nome completo da pessoa, o endereço para que eu possa enviar o livro e se quiser que eu autografe, informe o nome da pessoa a quem devo dedicar o autógrafo.

Às pessoas que moram em Guaratinguetá/SP, Aparecida/SP e Lorena/SP, o livro sairá por um valor menor, porque eu mesma poderei entregar e não terei despesas com os Correios, sendo o pagamento realizado no momento da entrega do livro. Por isso, para estas pessoas, o valor é de R$ 22,00.

Registro aqui meus agradecimentos a todas as pessoas que estiveram no Encontro Monárquico realizado em Taubaté/SP. E vamos manter o contato!

Veja, abaixo, as fotos do I Encontro Monárquico do Vale do Paraíba, em Taubaté/SP:

Dom Bertrand

Ocílio Ferraz

Vereadora Pollyana

Até o príncipe parou para ler meu livro…

P.S.: Veja o que saiu na Revista Brava Gente sobre meu livro (pág. 18), clicando aqui.

Outros contatos: (12) 8822-6263

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8 de dezembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Convite aberto a todos: I Encontro Monárquico do Vale do Paraíba

Segue:

monarquia I Encontro Monárquico do Vale do Paraíba:

Para pagamento até 20 de novembro:
Encontro com coffee-break e jantar R$ 55,00
Encontro com coffee-break, sem jantar R$ 40,00

Para pagamento após 20 de novembro:
Encontro com coffee-break e jantar R$ 60,00
Encontro com coffee-break, sem jantar R$ 45,00

Pagamento por meio de depósito bancário:
Banco Real  Ag.  0984  Conta 005402  em nome de Jean A. Tamazato
CPF  183.381.918-76
Banco Bradesco Ag. 0195-3  Conta 0125626-2  em nome de Fabio W. Casagrande   CPF 144.872.918-10

Favor informar o nome completo, data e valor depositado para monarquiavale@gmail.com
Recomendamos o depósito com valor diferenciado para facilitar na identificação  (centavos)
Guarde os dados do depósito até receber nossa resposta confirmando sua inscrição.

LOCAL DO EVENTO: Gavea Hotel de Taubaté/SP >>> Av.Juscelino Kubitschek de Oliveira 380 , Taubaté – SP.
Site para informações: www.gaveahotel.com.br

PROGRAMA

14h30   Recepção e credenciamento

15h00

Os 200 Anos da Família Real no Brasil

Prof. Geraldo Winter

Sócio da Winter Consultores e editor do boletim Herdeiros do Porvir
– Intervalo para café

15h40

Titulares do Império na cultura vale-paraibana e gastronomia regional.

Prof. Ocílio Ferraz

Sociólogo, membro da Academia Brasileira de Gastronomia

16h40 Coffee-break

17h10

Ação Monarquista no Brasil

Dr. José Guilherme Beccari

Advogado e presidente do Pró Monarquia

18h00

Geopolítica brasileira

Sr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca

Pesquisador e editor do Radar da Mídia

Lançamento de livros:

Príncipes do Brasil, de Michelly Ribeiro
– Contestação ao 1808 de Laurentino Gomes, de Isabel A. Ferreira

19h00 Encerramento feito por D. Bertrand de Orleans e Bragança

Aguardo todos vocês neste grande evento!!!

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12 de novembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Entrevista que concedi sobre meu livro

Confira abaixo:

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22 de outubro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aprovada!

Na última quarta-feira (30/09/2009) apresentei meu TCC para a banca de Jornalismo e, apesar das críticas, correu tudo muito bem. 

As críticas foram construtivas apesar de ter que refazer algumas coisas, o que tardará a entrega dos livros a quem já prometi, por esse motivo, peço desculpas. Mas, prometo que, até o final do ano (por volta do dia 11/12) envio os livros por Sedex e/ou correio mesmo.

E, apesar de eu não estar tão tranquila quanto deveria por conta dos muitos trabalhos que terei ainda pela frente, pelo menos fui aprovada e é isso o que importa! De qualquer forma, estou feliz por estar adiantada com isso também.

No mais, por enquanto é só. Seguem as fotos da apresentação:

fotos 027

fotos 030

fotos 035

Falei durante 20 minutos completos…

fotos 028

Confira, abaixo, parte da minha apresentação:

Infelizmente, foi só o que minha irmã (que também assistia à banca) conseguiu gravar, mas valeu!

Reconheço que ainda tenho muito o que aprender, mas devo valorizar o trabalho que eu tive, que não foi pouco. Agradeço às considerações da banca, à minha orientadora (por ter me ajudado e revisado junto comigo todo o conteúdo) e aos meus colegas de classe.

Desculpe-me qualquer uso indevido de palavras, que possa ter tido algum efeito contrário às minhas reais ideias. Por esse motivo, reescrevi o texto deste post. Talvez eu realmente ainda tenha muito a aprender (mil perdões a quem, porventura tenha lido o que estava registrado aqui, anteriormente)…

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5 de outubro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Apresentação do trabalho nesta quarta-feira!

Amanhã será minha apresentação (30/09) para a banca de Jornalismo na FATEA (Faculdades Integradas Teresa D’Ávila) às 18h. Confesso que não estou nervosa, por enquanto. Eu costumo ser assim mesmo, sofro só no momento que tenho que sofrer. Por isso, por enquanto, sem tortura!

Para quem ainda não viu, esta é a capa do meu livro:

Capa_principes-do-brasil

Com isso, muitas outras dúvidas foram sanadas quanto ao nome do livro: “Príncipes do Brasil”.

Bom, no mais, meu desejo, neste momento, é de que tudo dê certo.

Caso haja interessados em assistir à banca, compareçam ao evento que será na Avenida Peixoto de Castro, 539, Vila Celeste, em Lorena/SP (na FATEA).

Agradeço a todos que acompanharam meu trabalho, sempre enviando seus comentários, sugestões e críticas.

Abraços a todos e até breve!

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29 de setembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Monarquia no Estadão!

Confira, na íntegra o que saiu no Estadão de hoje (24/09/2009) sobre a ‘monarquia brasileira’:

Monarquistas, uni-vos! 

(por diretodafonte) – pela jornalista Sonia Racy

Em pleno debate pré-sal e compra de caças, soou no Rio um grito retumbante da monarquia brasileira. Coube ao príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, herdeiro de um regime que sumiu há 120 anos, brindar o País com um ideário atualizado da casa imperial – oito parágrafos nos quais adverte o País contra “múltiplos fatores” que ameaçam “corroer no seu âmago a nossa vida como nação independente”. Foi no 20º Encontro Monárquico, semana passada. Encimado pela coroa imperial, o manifesto Brasil, 2009: Para Onde Vamos? denuncia “vozes políticas… que apelam a uma refundação do País”. Menciona “estranhas doutrinas sociológicas, antropológicas, ambientalistas e até religiosas” capazes de “desagregar nossa organização político-social”. Uma das preocupações dos monarquistas: o “extremado apartheid cultural”, que confina os índios “a uma estagnação deteriorante”. Outra, a “revolução quilombola”, que desrespeita a propriedade. E ainda a política de “classificação de raças, que tenta subverter a identidade nacional”. Na diplomacia, avisa dom Luiz, a adesão ao “eixo bolivariano” tem trazido “duríssimos golpes” ao Brasil. A saída? “Trabalhar ativamente, dentro dos limites da legalidade, para evitar tais descaminhos.” 

Sem perder a nobreza jamais, é claro.

(http://blog.estadao.com.br/blog/diretodafonte/)________________________________

Quem quiser ler o pronunciamento do chefe da Casa Imperial do Brasil na íntegra, o qual foi mencionado no texto acima, segue:

Brasil, 2009: para onde vamos?

Pronunciamento do Chefe da Casa Imperial 

O transcurso recente do 7 de setembro e das comemorações da Semana da Pátria conduzem minhas reflexões para um dos mais importantes marcos de nossa História. Ao fazê-lo tenho em mente todos os brasileiros que, independentemente de seu credo político e de sua simpatia ou não pelo regime monárquico, de coração sincero buscam o bem do Brasil e se preocupam com seu destino.

O grande talento de Pedro Américo soube registrar para a posteridade o momento em que, às margens do Ipiranga, Dom Pedro I consumou nossa Independência.

O conjunto da cena pintada pelo eminente artista, o movimento que anima os diversos personagens, o colorido de toda a tela, transmitem-nos a relevância do momento e as promessas que pairavam sobre a nação que ali se firmava.

Esse momento histórico não esteve envolto nos estertores revolucionários que caracterizaram outros processos independentistas, nem pode ser visto como um momento de ruptura com nosso passado.

A Independência do Brasil, ainda que marcada mais proximamente por certas influências políticas controversas, foi, a bem dizer, o culminar de um longo processo de emancipação, conduzido com sabedoria por nossos monarcas, sem um planejamento dirigista, mas ao sabor das circunstâncias históricas.

Processo esse que, acelerado pelas guerras e revoluções que abalaram o Continente europeu, teve na transferência de D. João, Príncipe Regente e da Corte portuguesa para nossa terra, um momento decisivo para a definição da nacionalidade.

O Brasil independente que surgiu a 7 de setembro de 1822 era, pois, a continuação desse germinar social, cultural, político e econômico, iniciado mais de três séculos antes, fruto da operosidade e da fé da nação lusa.

A permanência da própria Dinastia, sua não derrocada ou substituição violenta, foram disso prova e, ao mesmo tempo, fator de estabilidade.

Um dos legados mais preciosos desse processo histórico foi, por certo, nossa integridade territorial e nossa unidade social, em um tão vasto e tão diversificado território.

O Brasil tornou-se um Império, mas jamais almejou a dominação das nações vizinhas. Pelo contrário, procurou sempre manter com elas relações fraternas e até em suas disputas diplomáticas soube agir com dignidade, com altivez, com senso de justiça e com habilidade, jamais com agressividade ou prepotência.

Se em determinada altura se envolveu em um conflito bélico, de consideráveis proporções, não foi a ele movido pelo desejo da conquista ou da dominação, mas para repelir a agressão injusta.

Aliás, o Brasil – onde um frutífero e vasto processo de miscigenação, entre portugueses, indígenas e negros, havia plasmado um povo com características únicas – soube aqui acolher gentes provenientes das mais variadas regiões do mundo. Europeus de todas as latitudes e origens étnicas, até orientais das mais remotas paragens, muitas vezes fustigados por circunstâncias políticas ou sociais dolorosas, aqui se radicaram e prosperaram, acolhidos com benevolência, sob a solicitude de nossos Imperadores, usufruindo dessa atmosfera de cordialidade, sem rancores nem tensões, que constitui um dos encantos da convivência brasileira.

Ao celebrarmos a semana da Pátria é, pois, com júbilo que considero tal passado, a tantos títulos inspirador. Mas é também com inegável apreensão que me volto para um presente convulsionado e para um futuro cada vez mais incerto.

*  *  *

Não é minha intenção debruçar-me aqui sobre os inúmeros desmandos do regime republicano, que estão à vista de todos, e que não fazem senão ressaltar a inorganicidade de um regime político que, pela violência abrupta, veio truncar essa continuidade benéfica. Desmandos esses que levam a opinião pública a não ver na classe política a expressão autêntica do que o Brasil pensa e quer.

Minha atenção é atraída para um processo mais subtil e, entretanto, mais nocivo, que atinge nossa vida pública.

Em um ambiente de aparente normalidade, sem que o Brasil seja alvo de uma agressão militar externa, múltiplos fatores vão contribuindo para corroer no seu âmago esta continuidade histórica, tão intrínseca a nossa vida como Nação independente.

Vozes políticas apelam a uma “refundação” do País, prometendo fazer aos brasileiros – sobretudo aos menos favorecidos – uma justiça que lhes teria sido sistematicamente negada. Para tal fim, jogam na vala comum da História todo o nosso passado, considerado, numa distorção falaciosa, fonte de todos os males que o País atravessa.

Apelando a estranhas doutrinas sociológicas, antropológicas, ambientalistas e até religiosas, paladinos de ideologias merecidamente sepultadas pela história recente maquiam-nas com novos contornos revolucionários e tentam introduzir na vida do País fatores próprios a desagregar nossa organização político-social.

*  *  *

Partidários de um verdadeiro e extremado apartheid cultural, desejam confinar nossos irmãos indígenas a uma estagnação deteriorante, negando-lhes as vantagens de um sadio progresso e, sobretudo, os benefícios indizíveis da Verdade revelada, e reclamam para eles imensas extensões de terras, que, a médio ou longo prazo, se tornarão enclaves independentes, de onde, desde já, brasileiros são violenta e arbitrariamente expulsos, como se deu recentemente em Roraima e se anuncia para breve em Mato Grosso do Sul.

Processo idêntico se dá com a chamada “revolução quilombola”, pela qual comunidades ou indivíduos que se auto-intitulam remanescentes de quilombos, habilmente manipulados por agitadores, reivindicam para si largas áreas do território nacional, em inteiro desrespeito ao legítimo e estabelecido direito de propriedade.

Aliás, em todo este processo, o legítimo proprietário, sobretudo o rural, que com seu esforço e dedicação tantos benefícios tem trazido ao País, inclusive na mais recente crise econômico-financeira mundial, é o grande vilão a ser perseguido e, se possível, eliminado.

Vai igualmente sendo introduzida no Brasil uma política de classificação de raças, que tenta negar e subverter a identidade nacional, claramente construída sobre a miscigenação, com todos os seus corolários psico-sociais de harmonia e bom entendimento.

Eivado de preconceitos ideológicos, esse multiculturalismo segregacionista tenta impor a política de “discriminação positiva” – com as chamadas cotas raciais – em nome da qual se pretende criar o clima de conflito próprio a dilacerar nossa unidade.

Nossa diplomacia, famosa por seus grandes vultos, pela excelência e discrição de sua atuação, percorre hoje, lamentavelmente, descaminhos perigosos, tão avessos a nossa índole como nação independente.

O Brasil, que naturalmente alcança uma projeção internacional condizente à sua importância, tem optado por alianças e posturas políticas no âmbito externo que podem acarretar graves conseqüências para todos nós.

Em sua política exterior o governo brasileiro tem multiplicado suas alianças e seu apoio a regimes ditatoriais, e utilizado fóruns internacionais para acobertar práticas tirânicas, o que lhe tem valido severas críticas, provenientes dos mais variados quadrantes.

Além disso, no âmbito da América Latina, é cada vez mais aberta e reconhecida a subserviência de nossa política externa a um projeto ideológico do chamado eixo bolivariano, em nome do qual o governo tem abdicado de direitos e aceitado duríssimos golpes aos interesses nacionais. Isso sem falar das estranhas alianças com regimes acobertadores ou até promotores do terrorismo internacional.

*  *  *

Este elenco não tem a pretensão de ser exaustivo, mas apenas um enunciado dos fatores que considero como graves ameaças a nossa autêntica independência, proclamada por Dom Pedro I, a 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga.

Creio ser dever de todos os brasileiros – e me dirijo, neste momento, com particular solicitude aos que trazem vivas em seus corações as esperanças monárquicas – ter noção clara de tais ameaças, estimular ativamente o debate a respeito das mesmas, evitando assim uma apatia ou um comodismo que poderiam ser fatais, e trabalhar ativamente, sempre dentro dos limites da legalidade, para evitar ao Brasil tais descaminhos.

*  *  *

Ao encerrar estas reflexões sobre nossa Independência e sobre os riscos que a envolvem, volto meu olhar saudoso e filial para a figura de meu Pai, o Príncipe Dom Pedro Henrique, cujo centenário de nascimento nestes dias comemoramos.

Modelo de príncipe católico, tinha ele a convicção de que uma singular predestinação cercou desde os primeiros instantes nosso querido Brasil, e que nosso progresso teve desde seu início sentido marcadamente missionário.

Era para o ideal dessa trajetória histórica que – sem saudosismos estéreis – convidava a se voltarem os que com ele mantinham contacto ou aqueles a quem dirigia seus escritos, para que nesse passado encontrassem orientação, conselho e roteiro.

Por tal motivo, tinha, pois, meu Pai a entranhada convicção de que à Família Imperial cabia representar um conjunto de tradições e valores morais cuja ação modeladora se exerce de maneira profunda e eficaz na sociedade. E não considerava a restauração monárquica como uma ambição pessoal, de onde pudesse auferir vantagens, mas encarava tal perspectiva como missão perene a cumprir, para a qual estava pronto – e para a qual preparou seus filhos – sempre em vista do bem do Brasil.

*  *  *

Dom Pedro I, proclamador de nossa independência, houve por bem consagrar nosso País a Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Nos passos de meu antepassado, é para Ela que me volto, rogando-Lhe que deite sobre o Brasil um olhar de benevolência misericordiosa, e com suas bênçãos assegure ao Brasil a plenitude de sua independência, bem como o cumprimento de sua providencial missão entre as nações.

 

          Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2009

        Dom Luiz de Orleans e Bragança

        Chefe da Casa Imperial do Brasil”

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24 de setembro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Um adeus a dom Pedro Luis

Gostaria de pedir desculpas por esses últimos dias que ando sem postar. É que, por eu estar praticamente na reta final, o trabalho é muito.

Por esse motivo, tenho aproveitado as férias de Julho para escrever meu livro que, até o presente momento, possui 94 páginas. Ainda tenho muito a escrever, por isso não posso perder tempo.

Não posso deixar, no entanto, de registrar um fato muito importante: na terça-feira passada (07/07) fiquei sabendo do sepultamento do príncipe dom Pedro Luís em Vassouras. Seu corpo foi identificado no domingo anterior e enterrado na segunda-feira seguinte. Dom Pedro Luis foi sepultado em sua cidade e está junto ao corpo de seu avô, dom Pedro Henrique. A Família não quis divulgar antes,  apenas depois do sepultamento.

Uma das características e qualidades, ao mesmo tempo, da Família Imperial é que ela é bem reservada no que diz respeito à sua vida particular…e eu admiro muito isso!

Bom, o fato é que estou enviando um e-mail, desde o dia primeiro deste mês, e não consigo retorno. Não sei se este e-mail chegou ao seu destino, ou se a Família ainda está dando um tempo. De qualquer forma, eu gostaria ao menos, por parte dos monarquistas, de saber se o e-mail foi devidamente encaminhado. Cheguei até a encaminhar o mesmo ao Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, mas também não obtive êxito.

Em todo caso, vou copiá-lo aqui. Quem sabe esse não seja o meio mais fácil?

Segue:

Já faz um mês do misterioso sumiço do voo 447 da Air France e eu estou aqui para demonstrar-lhes meu pesar e oferecer-lhes minhas palavras de conforto.
Durante todo esse tempo que estive pesquisando sobre a Família Imperial brasileira, sobre os príncipes e a monarquia, me envolvi muito e me senti, a cada dia, como parte desta família. Confesso que criei um carinho todo especial, sem poder (pois meu trabalho é jornalístico e não posso criar vínculos), mas ao mesmo tempo acredito que barreiras devem ser transpostas, afinal, a vida é curta e temos muito a aprender com ela e com as pessoas que nos rodeiam, sejam elas hierarquicamente superiores a nós ou não.
A questão é que eu jamais imaginei que fosse chegar tão longe com este trabalho, a ponto de me transformar em uma monarquista e enxergar os componentes da família como pessoas próximas a mim. Senti essa firmeza conversando com monarquistas que vivem na Casa Imperial, com os restauradores do Rio de Janeiro, com a Família Imperial que vive em São Paulo e também no Rio.
Vocês realmente são uma verdadeira família, que posso afirmar pelo contato que tive, são exemplos para o Brasil.
Fiquei muito triste com o desaparecimento de dom Pedro no trágico voo no dia 1º de junho. Posso dizer aos senhores que, acompanhei toda essa situação de perto e junto a vocês, pois a TV Canção Nova fez a cobertura do ocorrido e a cada dia que passava, mesmo sem eu ter conhecido dom Pedro ou conversado com ele, parecia que uma angústia dentro de mim aumentava e foi aí que percebi que, para quem acredita na monarquia, a Família Imperial é a verdadeira família do povo brasileiro.
Tive esperanças de que as forças armadas pudessem encontrá-lo vivo ainda nos primeiros dias, mas conforme o tempo foi passando já podíamos prever que ele pudesse estar junto aos 227 outros passageiros do voo bem perto de Deus e longe das dores desse mundo.
Tenho a certeza, hoje, de que ele está cuidando ainda da restauração da monarquia de lá de cima, junto à sua família e inspirando seu irmão dom Rafael para que cuide de tudo com dedicação e sem desanimar jamais.
Quando conheci dom Rafael senti que ele tem um enorme respeito pela causa e pude sentir que dentro dele existe um grande homem disposto a cuidar de tudo o que é de sua família e do que é o melhor para o Brasil. Mesmo sem conversar com ele por bastante tempo, pude sentir sua responsabilidade gritar em seu semblante.
Força dom Rafael! Força Dom Antonio! Muita força dona Christine! A monarquia agora depende dos senhores para continuar e tenham a certeza de que dom Pedro está com vocês, guiando e iluminando seus passos e torcendo pelo ideal monárquico!
Gostaria muito de poder, assim que possível, colher um depoimento de Dom Antonio e Dom Rafael sobre dom Pedro Luiz para o meu livro-reportagem que ficará pronto no final deste ano, se Deus quiser!
Aguardo o retorno dos senhores!
Paz e bem!

______________________

Ainda não obtive este retorno, no entanto, por ora, me contento em receber pelo menos um OK de recebimento desta mensagem.

Aos meus colegas de profissão, deixo claro que, embora eu tenha me envolvido com a Monarquia, estou sendo o mais imparcial possível na execução de meu livro. E outra coisa: Existem muitas coisas também das quais discordo, então, fica mais fácil ser imparcial deste modo.

Abraços a todos!

dom pedro luis - filho dom antonio

Dom Pedro Luis (1983-2009): Fazia estágio em Luxemburgo na área de Economia. Era o 4º na linha de sucessão.

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16 de julho de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 4 Comentários

Caminhando…

Olá, pessoal! Sou extremamente grata a todos pelo acompanhamento do meu trabalho. Agradeço de coração a visita de todos.

 

Michelly Ribeiro entrevistando Dom Luiz de Orleans e Bragança

Michelly Ribeiro entrevistando Dom Luiz de Orleans e Bragança

 

E gostaria de lhes informar que consegui a entrevista com Dom Luiz de Orleans e Bragança, que hoje seria o imperador do Brasil, caso o sistema monárquico estivesse em andamento.

Foi muito bom conversar com Dom Luiz porque muitas dúvidas foram sanadas, ao mesmo tempo em que descobri que tenho um bom trabalho ainda pela frente, muitas coisas para serem estudadas e talvez até, se é que pode se dizer, ‘investigadas’.

Bom, fico feliz por estar caminhando. Sei que ainda tenho muito o que desenvolver, mas sei também que já fiz bastante e o suficiente para já dar o meu primeiro passo. Agradeço a todos que estão me ajudando com este trabalho, desde os entrevistados, até minha orientadora Bianca de Freitas, amigos e colegas que a gente acaba esbarrando pelos diversos caminhos desconhecidos da vida, os quais acabam nos ajudando muito com dicas que, sem querer, acabam surgindo.

Além da entrevista com Dom Luiz, pude entrevistar também o monarquista muito simpático, José Luiz Fabio, que sempre me recebeu muito bem na Casa Imperial do Brasil em São Paulo. José Luiz trabalha para os príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand desde quando se deu conta de que a monarquia poderia vir a ser restaurada no Brasil. Ele se dedica em tempo integral.

Bom, é isso pessoal!

Conto com todos vocês hoje e sempre…

P.S.: Com essa entrevista já posso dar o primeiro passo: começar a escrever meu livro!

michelly-ribeiro3

30 de março de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , | 2 Comentários

SITUAÇÃO ATUAL DO MEU TRABALHO

1- Lendo os livros: “A solução é o rei”, de Antônio Henrique Cunha Bueno; “Retrato do Brasil depoimentos” da editora Política; ainda o livro “1808”.

2- AGUARDANDO O RETORNO DE DOM JOÃO DE ORLEANS E BRAGANÇA (JOÃOZINHO) DE PARATI PARA AGENDAR POSSÍVEL ENTREVISTA.

3- AGUARDANDO RESPOSTAS DO IMPERADOR, DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA PARA UMA ENTREVISTA.

 

“A política é necessária e cada cidadão há que escolher o sistema de organização nacional mais adequado ao Povo”. 

(Gabriel Marcel)

 

michelly-ribeiro1

13 de março de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário