"Príncipes do Brasil"

Caminhando…

Olá, pessoal! Sou extremamente grata a todos pelo acompanhamento do meu trabalho. Agradeço de coração a visita de todos.

 

Michelly Ribeiro entrevistando Dom Luiz de Orleans e Bragança

Michelly Ribeiro entrevistando Dom Luiz de Orleans e Bragança

 

E gostaria de lhes informar que consegui a entrevista com Dom Luiz de Orleans e Bragança, que hoje seria o imperador do Brasil, caso o sistema monárquico estivesse em andamento.

Foi muito bom conversar com Dom Luiz porque muitas dúvidas foram sanadas, ao mesmo tempo em que descobri que tenho um bom trabalho ainda pela frente, muitas coisas para serem estudadas e talvez até, se é que pode se dizer, ‘investigadas’.

Bom, fico feliz por estar caminhando. Sei que ainda tenho muito o que desenvolver, mas sei também que já fiz bastante e o suficiente para já dar o meu primeiro passo. Agradeço a todos que estão me ajudando com este trabalho, desde os entrevistados, até minha orientadora Bianca de Freitas, amigos e colegas que a gente acaba esbarrando pelos diversos caminhos desconhecidos da vida, os quais acabam nos ajudando muito com dicas que, sem querer, acabam surgindo.

Além da entrevista com Dom Luiz, pude entrevistar também o monarquista muito simpático, José Luiz Fabio, que sempre me recebeu muito bem na Casa Imperial do Brasil em São Paulo. José Luiz trabalha para os príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand desde quando se deu conta de que a monarquia poderia vir a ser restaurada no Brasil. Ele se dedica em tempo integral.

Bom, é isso pessoal!

Conto com todos vocês hoje e sempre…

P.S.: Com essa entrevista já posso dar o primeiro passo: começar a escrever meu livro!

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30 de março de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Algumas Considerações…

Resolvi postar hoje porque quero contar a todos que recebi o prometido livro do professor de história e também monarquista Otto de Alencar de Sá Pereira neste dia 12/02/2009, com dedicatória e tudo. Dei uma folheada no livro e pretendo ler sim. O livro se chama “Diálogos Monárquicos” e envolve histórias relacionadas à monarquia, contadas por um avô a seu neto. Bastante criativo. Registro aqui meus agradecimentos… certamente o livro me acrescentará idéias para a elaboração do meu projeto!

Quero aproveitar para incluir aqui um texto que encontrei na internet, de autoria de Aramis Millarch, publicado em 31 de dezembro de 1988. É uma mensagem de jovens monarcas:

A mensagem dos jovens que querem a Monarquia

Muito mais gente do que se imagina parece estar levando a sério a proposta que o deputado paulista Antônio Cunha Bueno conseguiu incluir na Constituição: no plebiscito, a ser realizado em 7 de Setembro de 1993, para que o povo venha a definir a forma de governo mais adequada ao país, ao lado da República presidencial e República parlamentar haverá a Monarquia Parlamentar.

Organizados, os monarquistas estão procurando montar um esquema nacional através de representações regionais capazes de mostrar que o projeto do Brasil voltar a ser um reinado não é tão hilária quanto parece. Em termos de relações públicas, a Juventude Monárquica do Brasil, com sede na Rua Antônio de Macedo Soares, 1562, em São Paulo (fone 011-61-9195), distribuiu quase um milhão de cartões de Boas Festas trazendo uma foto do Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, “digno herdeiro de veneráveis tradições e depositário de esperanças em dias melhores que a Providência Divina, por certo, ainda reserva para a nossa Pátria”.

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Como anexo ao cartão, encimado pela frase “Um Santo Natal e abundantes graças de Deus-Menino para si e para os seus”, a Juventude Monárquica do Brasil distribuiu uma espécie de manifesto, que começa com a seguinte declaração:

“Estamos no limiar de 1989, ano do centenário da República. Daquela República que a população recebeu “bestificada”, como afirmou Aristides Lobo, um dos mais influentes chefes republicanos e membro do primeiro governo instituído após a queda da Monarquia. Daquela República em que os revolucionários de 1889 depositaram tantas esperanças e que, no entanto, um século depois, constatamos não ter tido senão contínuo desenrolar de crises, de golpes, de Constituições que pouco duram e de repúblicas novas que logo envelhecem.

Os horizontes nacionais apresentam-se hoje, em larga medida aliás como consequência desses 100 anos de República, mais turvos do que nunca.

Os problemas sócio-econômicos do país em 1889, reduziam-se a encaminhar bem, nas vias do estado de cidadãos livres, o elemento servil que a Princesa Isabel libertara; e a abrir o nosso território para a imigração, a fim de atender às necessidades de uma agricultura que crescia muito acentuadamente”.

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A seguir, os monarquistas jovens tornam-se apocalípticos: “Hoje, pelo contrário, os problemas sociais se multiplicam e se agravam de tal maneira que se poderia dizer que em cada ponto da organização sócio-econômica de nossa Pátria está instalada uma questão difícil de resolver.

Tal situação deve-se em grande parte ao lamentável amortecimento da tradição cristã na vida pública do País, e ao mesmo tempo à fermentação contínua das doutrinas que Moscou não deixa de disseminar entre nós, ora com o sorriso de Gorbachev – de acordo com as apetências do mercado de consumo de idéias que é como Moscou vê o Brasil, a América Latina e o mundo livre em geral”.

Após este parágrafo que os meninos da Sociedade da Tradição Família Propriedade também assinariam, os monarquistas atacam com sua mensagem:

“É nesse panorama cercado de sombras, de ameaças e de incertezas por todos os lados, que brasileiros em números sempre crescentes se mostram desencantados com o suceder de tantas esperanças frustradas de 1889. E, buscando uma solução para o Brasil de nossos dias, começam a se perguntar: porque não a Monarquia?

Voltam-se eles com saudades para as recordações luminosas e carregadas de prestígio dos Imperadores que nos asseguraram a Independência, a unidade territorial, o bom nome internacional e 67 anos do autêntico progresso e estabilidade institucional”.

A Juventude Monárquica do Brasil fecha sua mensagem (de Natal) lembrando o plebiscito a ser realizado dentro de cinco anos, quando “o povo brasileiro decidirá qual a forma e o regime de governo que deverão vigorar no País. A monarquia constitucional será uma das alternativas. Na perspectiva desse plebiscito, é muito naturalmente para o Chefe da Casa Imperial do Brasil, legítimo sucessor dinástico de nossos Imperadores, que se voltam os olhares esperançosos de incontáveis brasileiros.

A Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, a Juventude Monárquica prestam aqui homenagem, e ao mesmo tempo se honra de assegurar sua fidelidade irrestrita e seu entusiasmado devotamento“”.

 

michelly-ribeiro2

13 de fevereiro de 2009 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário